Medos – reais e imaginários

Quando falamos de emoções precisamos deixar claro que não existe “as certas” e “as erradas”. Elas falam por si só, e nos indicam um caminho a percorrer. Com o medo não é diferente, ele pode ser protetor ou sabotador. Saber reconhecer e nomear a emoção é o começo do caminho. Na medida em que caminhamos pela vida e vamos ampliando nossas experiências, os medos vão … Continuar lendo Medos – reais e imaginários

O nascimento – onde tudo começa

Esta é nossa primeira história a ser conhecida, investigada, contada e muitas vezes levada para sessões de psicoterapia: o nascimento. O desejo inerente – na maioria das vezes –  é buscar uma história de amor incondicional, pois vivemos no corpo da mãe por 9 meses ouvindo o barulho do seu coração; nutrindo-se pelo cordão umbilical; sendo levada de lá para cá, durante as atividades do … Continuar lendo O nascimento – onde tudo começa

A Ética da Mulher Inassimilável

Por que a “Bruxa Má do Oeste” é, na verdade, uma figura de consciência? Há personagens que não nos emocionam — nos revelam. Elphaba, rotulada como a “Bruxa Má do Oeste”, pertence a essa categoria rara: a figura que incomoda não por crueldade, mas por lucidez. Sua trajetória não é a de alguém que deseja o poder, mas a de quem recusa pactuar com uma … Continuar lendo A Ética da Mulher Inassimilável

Para que serve o diagnóstico psicológico?

O diagnóstico psicológico chega com o paciente, que se traz para a sessão de psicoterapia, quer ele queira ou não; quer ele saiba ou não. O paciente traz para o processo de psicoterapia queixas e demandas.  As queixas envolvem: – cansaço físico, mental, emocional – dificuldade nos relacionamentos afetivos – dificuldade com pares no ambiente de trabalho – dificuldade de se adaptar às regras da … Continuar lendo Para que serve o diagnóstico psicológico?

Uma mãe feminista

Em pleno século XXI intitular-se feminista pode gerar um “bocado” de polêmica. Não deveria, pois esta foi a maneira das mulheres conquistarem o direito de estudar, ter uma profissão, RG, trabalhar, ganhar seu próprio sustento e também… votar! Durante minha carreira como psicóloga – lá se vão 30 anos -, meu pai me chamava de “Mariana”, numa alusão à escritora e professora Mariana Coelho, uma … Continuar lendo Uma mãe feminista