O que você veste faz a diferença?

Será que o hábito faz o monge? E a primeira impressão é a que fica? A resposta a estas perguntas sugere algumas considerações: de um lado temos uma sociedade ditando que, se não vestirmos determinadas grifes, não seremos notados, perdendo a chance de mostrar as qualidades internas. Por outro lado, temos os que são contra esta postura, adotando vestuário alternativo.

Tanto um ponto de vista quanto o outro, visa revelar, no exterior, o funcionamento interior.

Identificar características que determinam e diferenciam.

Comunicar valores e conceitos ou mesmo …  camuflar o interior desconecto do exterior.

Então, acabamos não escapando do conceito de que, o que chega muito antes de você pronunciar uma palavra, é seu vestuário, e também, seus complementos, como corte de cabelo, joias, bolsa, celular e outros acessórios, incluindo o seu carro.

E nas empresas, o que pensam os gerentes de RH?

Nas empresas não existem normas de admissão específicas com relação à aparência, mas normas de comportamento que permeiam fortemente nossa sociedade, determinando contratações. Imagine um funcionário chegando para trabalhar com a calça amassada, barba por fazer e odor na camisa. Isto é possível? Claro que é! Ele “pecou” pelo relaxo.

O que os estudos mostram é que o indivíduo que cuida da sua imagem, transfere isto para outros âmbitos de sua vida, mostrando ser um funcionário organizado e zeloso, cuidando com dedicação daquilo que lhe compete na empresa.

Imagine agora, uma funcionária chegando para trabalhar com uma saia justa, camisa transparente, revelando roupa íntima com renda e exalando perfume. Isto é possível? Claro que é! Ela “pecou” pela lascívia, mas provavelmente, vai “lutar” pelo direito de ser tratada com respeito pelos colegas.

Identificando que a “embalagem” realmente vende o “produto”, devemos lembrar que existe coaching para aparência e etiqueta profissional, e um investimento na imagem externa deve ser levado em consideração, como também o fato de que “propaganda enganosa” rapidamente é descoberta.  

Vale a pena investir em autoconhecimento, identificar seu biotipo corporal e o vestuário que expresse seus valores e princípios. E também, criar hábitos para manter um padrão nesta apresentação cotidiana. A neurociência comprova, que ficamos mais confortáveis com a constância, assim amigos e colegas de trabalho agradecem se mantemos um padrão de apresentação.

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