Um estudo americano de 2011, financiado pelo Instituto Nacional de Abuso de Drogas, descobriu que a dor física e a rejeição social são percebidas pelo cérebro com o mesmo nível de sofrimento. Então, não importa se é o corpo ou a alma que dói. A verdade é que as emoções ferem e causam dor!
Justamente como mecanismo de proteção, para não sentirmos esta dor, é que evitamos pedir ajuda. E se formos tratados com descaso? Se rirem da nossa necessidade? Se acharem que estamos enganando? E se…
Algumas vezes precisamos pedir ajuda para desconhecidos, quando uma contingência nos coloca numa situação de vulnerabilidade. Nestas situações até que tudo bem, afinal imprevistos ocorrem.
O grande problema é quando temos um projeto de vida, um trabalho ou um sonho. Aí uma sensação interna “um alarme toca”, sinalizando que estamos em perigo, pois a negação do pedido pode gerar uma dor na alma. A dor da rejeição da sua necessidade e as vozes internas entram em ação: Sou um embuste! Não sou merecedor! Não sou digno de confiança!
E como podemos colocar uma “armadura emocional” para evitar esta dor?
A resposta não é mágica, não acontecerá de uma hora para outra, mas pode ser desenvolvida dia a dia através das conexões que você vai estabelecendo. Ver o outro em suas reais necessidades, não com seus próprios olhos, mas com os olhos do outro, isso é conexão!
Só a conexão constrói a confiança necessária, para que possamos pedir sem o sentimento de vulnerabilidade.
A conexão para chegar até a confiança funciona como o germinar de árvores frondosas, leva tempo e precisa ser regada e adubada, num exercício de fé, mas uma vez que saiu do solo sua imponência, visibilidade e concretude são reconhecidas facilmente!



Oi Tereza! Beijos para você!
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