Você pode ser um “Vendedor de Sonhos!” Sobre o Livro de Augusto Cury

Sabe a sensação de estar remando contra a maré ou andando contra o vento? Você sai do lugar, mas com um esforço físico e gasto de energia muito maior, do que se a situação estivesse a seu favor. Às vezes você desiste e espera condições mais favoráveis, outras … investe e se tiver uma boa rede de apoio, chega onde queria. Assim sentem-se os “Vendedores de Sonhos”, como o autor bem justifica em seu livro: “são estranhos no ninho social”. São considerados “anormais” por que o “normal” na sociedade atual é ser individualista, egocêntrico, ególatra. É definir sucesso vinculado a carro da moda, apartamento de luxo, cargo de chefia, viagens para o exterior … E o que há de errado nisso?

Não haveria nada de errado, se as pessoas:

  • não estivessem usando tanta medicação psiquiátrica
  • se as mulheres não estivessem com doenças que antes eram exclusivamente de homens
  • se as crianças não estivessem apresentando tantos problemas comportamentais e as tentativas de suicídio não estivessem tão presentes.

A sociedade vende o sonho da felicidade, mas as pessoas estão comprando angústia, depressão, tabagismo, problemas cardíacos, divórcios e recasamentos. Na era fast-food, os relacionamentos também são rápidos e efêmeros, pois quando o outro não atende as necessidades emocionais imediatas, são descartados e substituídos. Às vezes não por outra pessoa, mas pelo computador, vídeo game, TV à cabo, animais de estimação…

Mas nem tudo está perdido! Ainda existe um grupo de pessoas que fazem parte da “Tribo de Vendedores de Sonhos”. O autor do livro, o Psiquiatra Augusto Cury, sugere que continuemos remando contra a maré, unindo forças e cada um na sua família, empresa, edifício, bairro, cidade, possa contribuir para mudar as estatísticas de doenças físicas e emocionais.

Sugestão de leitura: O Vendedor de Sonhos. Augusto Cury. São Paulo: Editora Academia de Inteligências, 2008.

2 comentários sobre “Você pode ser um “Vendedor de Sonhos!” Sobre o Livro de Augusto Cury

  1. Mas remar até quando Tereza?
    Até a vida acabar?ou melhor, o que é remar?
    É fazer de conta que está tudo bem?
    É ser bonzinho, para que as pessoas possam gostar de vc, porque ninguem gosta de gente chata?
    Sabe as vezes eu penso, continuar remando pra que?Por mais que a gente procure mudar, “melhorar”, só ganhamos uns elogios tipo:
    Nossa como vc mudou,esta tão calma!!!
    E daí, será que isso faz com que as pessoas se tornem menos hipócritas? menos egoistas?menos injustas?
    Não!!!!
    Tudo continua igual, ou melhor as vezes ainda pior, pq vc deixou de ser quem vc é, castrou a si mesmo pra nada!

    1. Uma das grandes dificuldades cotidianas, é viver mantendo seus princípios morais. Remar-contra-a-maré, envolve coragem e persistência. Apesar das circunstâncias impelirem você para desistir dos valores que acredita, remar-contra-a-maré é ser minoria, é acreditar que nem sempre o bom é o melhor e que riqueza material significa sucesso. Acreditar que enquanto você estiver neste mundo, mesmo que de passagem, você pode aprimorar-se alinhando seu discurso com o seu comportamento. É acreditar que pode fazer a diferença florescendo onde você está plantado. É entender que a maioria nem sempre tem razão, apesar de ser a maioria.

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