Quando começamos a nos “conhecer por gente” – lá pelos oito anos de idade – passamos a olhar o mundo com nossos próprios olhos e não mais, com o olhar dos adultos que nos rodeiam. E aí… as escolhas começam e durarão, para o resto da vida, enquanto estivermos “passeando” neste mundo.
Aos poucos, vamos tendo desejos de ser, fazer e ter.
Ser um profissional de sucesso!
Fazer empreendimentos com significância!
Ter coisas que nos dão prazer!
Esta caminhada é muito singular, muito subjetiva, pois o que é importante para um … pode não ser para outro.
Estou nesta caminhada, desde que me “conheço por gente” – há mais de quarenta anos – e posso dizer com certeza, que tem sido um processo contínuo de me reinventar, sem perder a essência e meus valores.
Eu poderia escolher me apresentar como uma pessoa perfeita e admirada, escondendo minhas fraquezas, meus medos, meus erros… mas escolhi ser verdadeira, mostrar meu lado real e assim, correr o risco de ser criticada, rejeitada e amada. Pois sei que, somente sendo verdadeiros nos sentiremos realmente amados, do contrário… mascarando nosso ser, saberemos que somos uma farsa, um embuste e não importa quanto nos deem amor… ele não preencherá nosso coração.
“Sou muito mais do que consegues ver.
Sou guerreira, sou mulher.
Trago as marcas das lutas nas mãos,
mas também trago o perfume das rosas
que plantei pelo caminho.
No olhar trago o brilho das lágrimas e das lutas,
dores, mas também alegrias de momentos vividos.
Sou muito mais que consegues ver.”
(Eliana Angel Wolf)


