Qual é o seu tipo de “pele emocional”?

Do ponto de vista biológico, a pele é uma membrana podendo ser do tipo:

  • impermeável  (não permite que nada entre)
  • semipermeável (permite a entrada de algumas substâncias)
  • permeável  (permite a entrada e saída de ar, água e outras substâncias).

De  forma análoga, verificamos que também existem três tipos de “pele emocional”.

Qual seu tipo de "pele emocional"?
Qual seu tipo de “pele emocional”?

Algumas pessoas são tão rígidas com suas cognições, idéias, pontos de vista que apresentam uma “pele emocional” impermeável. Nas suas relações só prevalecem suas necessidades e a palavra flexibilidade não existe em seu dicionário. Quando aquilo que vem de fora, não está em sintonia com o que pensam, elas não permitem que entre.

 

"Tipo de pele emocional impermeável"
“Tipo de pele emocional impermeável”

 

Outras são do tipo “pele emocional semipermeável”, filtrando o que vem de fora como críticas sem procedência, invalidações, desmerecimento e aceitando aquilo que, apesar de doloroso, pode levar a algum crescimento.

Por último temos as de “pele permeável”, sem a menor noção de limites emocionais, permitem que tudo o que venha de fora entre e desorganize de tal forma que tornam-se “cascas de ferida”, o menor esbarrão já voltam a sangrar, ou melhor dizendo, à menor frustração já voltam a emburrar.

Então … qual seu tipo de “pele emocional”? Avaliando os três tipos de “pele” identificamos aquela que se apresenta mais adaptável: a semipermeável. Em nosso cotidiano entramos em contato com frustrações, que podem vir da aquisição de um simples aparelho doméstico que  apresenta defeito, ou mesmo frustrações maiores, aquelas referentes a relacionamentos, onde a balança insiste em não atingir o equilíbrio, ocasionando injustiças.

A “pele emocional semipermeável”:

  • identificará a frustração, inclusive nominando o sentimento envolvido
  • por possuir um “filtro”, selecionará o que deverá permanecer em termos de pensamento e comportamento.

O exercício de “filtrar” os acontecimentos, dimensionando sua relevância, aumenta o repertório emocional e prepara para as frustrações que virão. É preciso tomar consciência do seu tipo de “pele emocional” e fazer um “tratamento” para deixá-la mais adaptável às demandas do meio ambiente.

 

Faça um tratamento em sua "pele emocional"
Faça um tratamento em sua “pele emocional”

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